Resolvi hoje postar esta pintura pois, andava já algum tempo para o fazer, como ainda não tenho um modelo real!!:) fui buscar inspiração numa fotografia de Tom Ang, que encontrei num dos seus livros, o resultado foi este, espero que gostem.
sábado, 22 de outubro de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Toural
sábado, 2 de abril de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
PENSAMENTOS
Lá aonde se escondem
Os pensamentos
Estão isolados
Cada um é único
Juntos
São uma amálgama
Retorcida
Lá no fundo
No subconsciente
Querem sobressair
Lutam ferozmente
Pela superfície
E quando surgem
Ah! Quando surgem
A abstracção.
Cada um
Pelo seu lado
Desconexão
Total
Por: José Claudino da Silva
in "Poemas do meu viver"
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
DESESPERO
Oh! Palavras quietas
Que morreste em meu peito!
Libertai já meus profetas,
Soltai-os, das amarras deste leito
E dai-lhe a liberdade dos poetas.
Oh! sonho sem sonhar,
Perdido no universo!
Faz-me de novo amar,
Espalha este meu verso
Da terra aos confins do mar.
Oh! vida percorrida!
Porque foste tão funesta?
Dá-me a vida da tua vida,
Esta vida já não presta
E nem merece ser vivida.
por: José Claudino da Silva
in "Poemas do meu viver"
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Srª de Fátima
Trabalho feito por encomenda que me trouxe um novo desafio; pintar os dourados, as pérolas e a coroa com todos os brilhos e pequenos pormenores. No final, julgo que o objectivo foi conseguido e agora espero novos desafios, porque só dessa forma conseguimos evoluir.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Amarante e o Rio I
aguarela s/ papel
38x28cm
vendido/sold
vendido/sold
TÂMEGA BUCÓLICO
O Tâmega parte a correr
Mas descansa sobre a ponte
Para depois ir benzer
A igreja que está defronte
Fica a olhar as arcadas
Meditando um momento
As suas águas paradas
São espelho do convento
Deleita-se melancólico
Do açude à ilha Aurora
E nesse local bucólico
Revive amores de outrora
Abraça os remos do bote
Que lhe agita a superfície
E recebe como um dote
As remadas de meiguice
Espera que alguém se afoite
A embala-lo de mansinho
E fica a sonhar de noite
Junto ao muro do Arquinho
Nas árvores junto à margem
Dorme com tranquilidade
E o rio segue viagem
Quando acorda a cidade
Por: José Claudino da Silva,
in "Poemas do meu viver"
terça-feira, 6 de abril de 2010
sábado, 20 de março de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
PINTURA MUSICAL
Pintei
Imprimi tudo na cor
E criei
A harmonia em DÓ maior
Fixei
Com a tinta que componho
E toquei em RÉ todo um sonho
Procurei
O meu quadro mais perfeito
E cantei
Em MI o mundo desfeito
Passei
Para a tela o sonho proibido
E musiquei
A alma em FÁ sustenido
Desenhei
Com pincel em girassol
E dancei
Com musica a saber a SOL
Risquei
O traço favo de mel
E marquei
Campasso em LA de Ravel
Ousei
Criar uma nova cor
E ensaiei
Em SI um mundo melhor
por: José Claudino da Silva
in "Poemas do meu viver"
Pintei
Imprimi tudo na cor
E criei
A harmonia em DÓ maior
Fixei
Com a tinta que componho
E toquei em RÉ todo um sonho
Procurei
O meu quadro mais perfeito
E cantei
Em MI o mundo desfeito
Passei
Para a tela o sonho proibido
E musiquei
A alma em FÁ sustenido
Desenhei
Com pincel em girassol
E dancei
Com musica a saber a SOL
Risquei
O traço favo de mel
E marquei
Campasso em LA de Ravel
Ousei
Criar uma nova cor
E ensaiei
Em SI um mundo melhor
por: José Claudino da Silva
in "Poemas do meu viver"
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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